A planta que gera empregos
Revolucionando conceitos de beleza e saúde, a Forever Living vem trazendo benefícios financeiros e aumentando a satisfação dos consumidores.

A CRISE FINANCEIRA internacional parece ter contaminado as mais diversas empresas dos mais diversos setores. Mas veja o que diz Gregg Maughan, presidente da Forever Living, empresa americana de alimentos e produtos de higiene pessoal. “Muitas companhias realmente estão passando por momentos ruins. Mas nossas vendas aumentaram 20% em relação ao ano passado”, afirma ele. Fundada há 30 anos por Rex Maughan, pai de Gregg, a Forever Especializada em produtos fabricados com base em Aloe Vera (babosa), a companhia estima em 20% o aumento de faturamento após o estouro da crise. “Oferecemos exatamente o que as pessoas querem agora, uma oportunidade para abrir seu próprio negócio”, afirma Gregg à DINHEIRO.
"Tivemos um aumento de 20% em nossas vendas nesse período de crise"GREGG MAUGHAN, PRESIDENTE
Gregg afirma que a experiência ajuda a enfrentar a atual crise. “Estamos no mercado desde 1978 e passamos por algumas turbulências. No fim, os efeitos para nós foram muito limitados, e não está sendo diferente agora”, comemora. Os números parecem confirmar o que ele disse. Com um ano de vida, a empresa faturou US$ 9 milhões. Dois anos depois, em 1981, ela passou a vender US$ 1 milhão por dia. Em 1984, a receita superava os US$ 100 milhões por ano e, em 1998, passaram de US$ 1 bilhão. A marca de US$ 2 bilhões foi alcançada sete anos depois, em 2005. No ano passado, ficou em US$ 2,1 bilhões. Hoje a empresa está presente em mais de 120 países, inclusive o Brasil, que, segundo Gregg, é o segundo maior mercado da Forever Living no mundo, atrás apenas do Japão. “E isso ainda pode mudar até nossa próxima convenção, em agosto do ano que vem”, diz ele, criando suspense. Atualmente, a companhia tem mais de 516 mil distribuidores independentes no Brasil, suportados por uma estrutura própria que emprega 350 pessoas em vários escritórios espalhados pelo País.
"Tivemos um aumento de 20% em nossas vendas nesse período de crise"GREGG MAUGHAN, PRESIDENTE
Gregg afirma que a experiência ajuda a enfrentar a atual crise. “Estamos no mercado desde 1978 e passamos por algumas turbulências. No fim, os efeitos para nós foram muito limitados, e não está sendo diferente agora”, comemora. Os números parecem confirmar o que ele disse. Com um ano de vida, a empresa faturou US$ 9 milhões. Dois anos depois, em 1981, ela passou a vender US$ 1 milhão por dia. Em 1984, a receita superava os US$ 100 milhões por ano e, em 1998, passaram de US$ 1 bilhão. A marca de US$ 2 bilhões foi alcançada sete anos depois, em 2005. No ano passado, ficou em US$ 2,1 bilhões. Hoje a empresa está presente em mais de 120 países, inclusive o Brasil, que, segundo Gregg, é o segundo maior mercado da Forever Living no mundo, atrás apenas do Japão. “E isso ainda pode mudar até nossa próxima convenção, em agosto do ano que vem”, diz ele, criando suspense. Atualmente, a companhia tem mais de 516 mil distribuidores independentes no Brasil, suportados por uma estrutura própria que emprega 350 pessoas em vários escritórios espalhados pelo País.

Fonte: Isto é DINHEIRO.

